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Anvisa apreende bioestimulador de colágeno falsificado

Anvisa apreende bioestimulador de colágeno falsificado

Por Redação

25/08/2026 às 12:56

Atualizado em 25/08/2026 às 14:53

Anvisa apreende bioestimulador de colágeno falsificado

Foto: VEJA

A Anvisa determinou a apreensão do Sculptra, um bioestimulador de colágeno, após identificar produtos falsificados no mercado.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, na terça-feira, 25, a apreensão de lotes do bioestimulador de colágeno Sculptra, devido à descoberta de produtos falsificados. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

A detentora do registro do Sculptra, a Galderma Brasil Ltda., notificou a Anvisa sobre as irregularidades, destacando que as embalagens dos produtos falsificados apresentavam características diferentes das originais, como a cor da caixa, que deveria ser magenta, mas era branca nos itens irregulares.

Com base nessa informação, a Anvisa decidiu que todas as unidades irregulares estão proibidas de serem fabricadas, distribuídas, anunciadas, vendidas ou utilizadas.

O Sculptra é um bioestimulador de colágeno injetável, composto por ácido poli-L-láctico, indicado para tratar flacidez e rugas no rosto, além de áreas como pescoço, colo, mãos e glúteos. Os efeitos do tratamento podem durar de 18 a 24 meses, e o produto é considerado seguro devido à sua biocompatibilidade.

Com mais de 20 anos de uso no Brasil, o Sculptra é um dos tratamentos estéticos mais populares. A apreensão destaca a importância de cuidados ao escolher clínicas regulamentadas e profissionais qualificados para procedimentos estéticos.

Orientações para lidar com produtos falsificados:

  • Não utilize o produto e, se já estiver usando, interrompa o uso imediatamente.
  • Entre em contato com o fabricante através do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) e informe sobre a falsificação.
  • Notifique a Anvisa por meio da ouvidoria da agência, fornecendo informações como nome do produto, número do lote, e dados do fabricante.
  • Se possível, envie fotos ou registros que comprovem a falsificação.
  • Se a denúncia envolver um profissional de estética, contate o conselho federal ou regional da profissão.

Fonte: VEJA

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