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Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, é alvo de um inquérito da PF por tráfico de influência, envolvendo ações de um grupo próximo ao governo.
A edição atual da revista VEJA traz detalhes sobre a investigação da Polícia Federal que envolve Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A PF constatou indícios de um "núcleo de atuação permanente e coordenada" que inclui Roberta Luchsinger, Lulinha e Fernando Bittar, com foco na influência de interesses privados junto a órgãos da administração pública federal.
A investigação foi encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante o recesso, inicialmente sob a relatoria do ministro André Mendonça. Em 24 de julho, o caso chegou ao ministro Alexandre de Moraes, que solicitou uma avaliação à Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a continuidade da relatoria com Mendonça ou a redistribuição do inquérito.
No dia 27 de julho, Paulo Gonet, chefe da PGR, emitiu um parecer indicando que não havia conexão suficiente entre os casos para justificar a permanência de Mendonça como relator. Ele sugeriu um novo sorteio para determinar o responsável pela investigação. Contudo, após o novo sorteio, Mendonça foi novamente designado relator.
Surpreendentemente, parte da investigação relacionada ao tráfico de influência de Lulinha foi parar no gabinete do ministro Flávio Dino, resultando em dois relatores distintos para a mesma investigação. Essa situação pode gerar complicações no andamento do processo.
Fonte: VEJA
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