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Uma colunista relata sua experiência de cinco dias navegando pelo Rio Negro, combinando natureza e desenvolvimento sustentável.
A Floresta Amazônica, o maior bioma tropical do mundo, é conhecida por sua diversidade e beleza, inspirando viajantes a vivenciar sua essência. A frase "A Amazônia não se visita, se vive" captura bem a proposta da Expedição Katerre, que oferece uma experiência de turismo imersivo focada na autenticidade e na sustentabilidade.
Recentemente, participei de uma expedição de cinco dias a bordo do barco Jacaré-Açu, com acomodações confortáveis e uma programação rica em atividades. A viagem, que começou em Novo Airão, a 200 km de Manaus, proporcionou não apenas vistas deslumbrantes da floresta, mas também um contato direto com a realidade das comunidades ribeirinhas e iniciativas sustentáveis que buscam melhorar a educação e a renda local.
Os barcos da Katerre, que acomodam entre três e doze passageiros, são projetados para o turismo ecológico, permitindo uma exploração mais íntima do baixo e médio Rio Negro. Durante o trajeto, que inclui paradas em praias de areia branca e cachoeiras, os passageiros podem mergulhar nas águas escuras e aprender sobre a fauna e flora locais, com guias que compartilham seu conhecimento.
As expedições são mensais, com opções de roteiros que variam de 3 a 7 noites, e incluem atividades como caminhadas em reservas, observação de animais e interações com botos-cor-de-rosa. Além disso, os visitantes têm a oportunidade de pernoitar na selva e conhecer projetos sociais que buscam a preservação da Amazônia.
Ruy Tone, fundador da Katerre, destaca que a empresa visa promover um turismo de baixo impacto e alto retorno social, inspirado em suas experiências na África e em hotéis de luxo sustentáveis. O objetivo é que os visitantes se conectem com a Amazônia e se tornem defensores de sua preservação.
Após a expedição, muitos viajantes reconhecem a importância de seu envolvimento na proteção da floresta, conscientes de que a preservação da Amazônia depende da conscientização de quem a visita. A experiência é não apenas uma viagem, mas uma oportunidade de transformação pessoal e compromisso com o futuro do planeta.
Fonte: VEJA
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