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Edinho Silva defende código de ética no Judiciário e critica privilégios

Edinho Silva defende código de ética no Judiciário e critica privilégios

Por Redação

02/09/2026 às 16:20

Edinho Silva defende código de ética no Judiciário e critica privilégios

Foto: VEJA

O presidente do PT, Edinho Silva, ressaltou a necessidade de um código de conduta para ministros das Cortes Superiores, afirmando que ninguém está acima da lei.

O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, manifestou nesta quarta-feira, 2, a urgência na criação de um código de ética para os ministros das Cortes Superiores, incluindo o Supremo Tribunal Federal (STF). Ele enfatizou que “ninguém está acima da lei”, independentemente de sua posição, e criticou o atual sistema político e judiciário do Brasil, que, segundo ele, favorece os poderosos e perpetua a corrupção.

Em um vídeo divulgado em suas redes sociais e nas do PT, Edinho afirmou: “É necessário acabar com a farra das emendas parlamentares e implementar um código de ética que abranja o Judiciário e o Ministério Público, além de eliminar os supersalários e a promiscuidade entre interesses públicos e privados. A transparência e o controle dos gastos públicos devem ser imediatos e abrangentes.”

Edinho Silva destacou ainda que o povo brasileiro não tolera mais viver em um sistema repleto de corrupção e privilégios, pedindo maturidade e compromisso histórico com a democracia para conduzir as mudanças necessárias no país.

Na terça-feira, 1º, o ministro André Mendonça decidiu retirar o sigilo de um dos desdobramentos do Caso Master, revelando mensagens do celular de Daniel Vorcaro que mencionam conexões com o ministro Alexandre de Moraes. Vorcaro, antes de tentar deixar o país, consultou Moraes sobre o andamento das investigações e fez doações de cartões de crédito a seus filhos.

O plenário do STF irá avaliar a legalidade da divulgação do relatório, que já possui um parecer da Procuradoria-Geral da República recomendando a nulidade do ato de Mendonça. O chefe da PGR, Paulo Gonet, também é citado nas investigações da Polícia Federal.

Fonte: VEJA

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