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A Polícia Civil de São Paulo e a PF iniciaram uma investigação sobre as ameaças feitas por uma ex-integrante do MBL.
Uma ex-integrante do Movimento Brasil Livre (MBL), Glenda Varotto, discutiu durante meses a possibilidade de assassinar o coordenador do grupo e candidato à Presidência, Renan Santos. A informação foi revelada por uma coluna do portal Metrópoles, que teve acesso a 378 arquivos, incluindo gravações de áudio.
Nas gravações, Glenda, conhecida como Espectro Cinza, expressa seu desejo de ver Renan morto, afirmando: "Eu quero ver o cara morto". Em outra conversa, ela menciona querer um relacionamento com Santos, mas ao perceber que ele não estava interessado, faz declarações de ódio e desprezo, dizendo que ele merece morrer.
Glenda relatou a um ex-professor de inglês sua intenção de causar "irritação, aborrecimento, ódio, vergonha, humilhação" a Santos. Ela ainda afirmou que sua vida melhoraria se ele estivesse morto, e mencionou que outros ex-membros do MBL também compartilham desse desejo.
O professor expressou preocupação com as frequentes menções à violência, e Glenda reconheceu que seu foco era apenas em Renan. Em um dos áudios, ela se vangloria de sua condição de mulher branca e com formação superior, sugerindo que isso poderia amenizar as consequências de um possível crime.
Renan Santos, ao ser procurado, confirmou que a Polícia Civil e a PF abriram um inquérito para investigar as ameaças. Ele afirmou que Glenda tentou seduzi-lo sem sucesso e, ao perceber a frustração, passou a montar um plano para denegrir sua imagem e reputação.
Fonte: BNews
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