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O dispositivo estimula a produção de colágeno e combate a flacidez da pele, ganhando destaque entre famosos e profissionais da saúde.
Celebridades como Virginia Fonseca, Oprah Winfrey e Kim Kardashian têm em comum a aprovação do aparelho Xerf, uma tecnologia sul-coreana que chegou ao Brasil com a promessa de aumentar a produção natural de colágeno, essencial para a firmeza da pele. O equipamento promete resultados visíveis no contorno facial e já é utilizado por diversos pacientes em clínicas dermatológicas.
A demanda pelo Xerf cresceu, especialmente após ser promovido por influenciadores, como Virginia e o atleta Vini Jr. A dermatologista Daniela Aidar, integrante da Sociedade Brasileira de Dermatologia, ressalta a necessidade de uma avaliação clínica antes do uso do aparelho, mas destaca que ele é adequado para todos os tipos de rosto.
A tecnologia do Xerf utiliza uma nova forma de radiofrequência monopolar, capaz de gerar calor e estimular a formação de colágeno a partir de ondas eletromagnéticas. O dispositivo é uma evolução de equipamentos anteriores, como o Thermage, que buscavam suavizar rugas, mas com o diferencial de ser menos doloroso graças a um sistema de resfriamento eficiente.
Lançado globalmente no fim de 2025, o Xerf combina duas frequências de radiação, otimizando os estímulos de colágeno e evitando o efeito indesejado de “derretimento facial”. De acordo com a dermatologista Isabelle Wu, cofundadora do congresso Tech4Doctors, o dispositivo é um dos poucos a comprovar seus efeitos com estudos histológicos, conferindo uma validação científica ao seu uso.
Para pessoas jovens, uma sessão por ano é suficiente, enquanto indivíduos acima de 50 anos podem se beneficiar de duas sessões anualmente. Os resultados são visíveis imediatamente e se intensificam em três meses. O custo de uma sessão varia entre 8.000 e 14.000 reais, refletindo a natureza premium da tecnologia. Segundo Egio Almeida, CEO da Contourline, a demanda por tratamentos de rejuvenescimento com resultados rápidos tem se tornado cada vez mais comum entre os pacientes.
Fonte: VEJA
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