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Médium da Fundação Cacique Cobra Coral se posiciona sobre assistência climática
Médium da Fundação Cacique Cobra Coral se posiciona sobre assistência climática
Por Redação
14/08/2026 às 09:00
Atualizado em 14/08/2026 às 09:30

Foto: VEJA
A Fundação Cacique Cobra Coral voltou a ser destaque após a renovação de contrato com a Prefeitura do Rio e a suspensão de ajuda à Argentina.
A Fundação Cacique Cobra Coral (FCCC) voltou a ganhar atenção com a renovação do acordo de 25 anos com a Prefeitura do Rio, em meio a ventanias que causaram prejuízos e mortes no estado. À frente da fundação, Adelaide Scritori, médium que afirma incorporar o espírito do Cacique Cobra Coral, comentou em entrevista que sua primeira conexão com a entidade trouxe a sensação de uma grande missão a ser cumprida.
A atuação da fundação se destacou nas enchentes de Santa Catarina na década de 1980, quando o governador da época, Esperidião Amin, solicitou ajuda. Segundo Adelaide, um comunicado do governo catarinense informou que a chuva havia parado após sua intervenção, resultando no primeiro convênio da fundação com um governo estadual.
Adelaide reconheceu que existem limites para a atuação do Cacique Cobra Coral, afirmando que não se deve interferir em situações que visem prejudicar outras pessoas ou países. A fundação também busca manter uma postura neutra em conflitos armados.
Recentemente, Adelaide comentou sobre a suspensão da assistência à Argentina, que ocorreu após declarações do presidente Javier Milei contra Luiz Inácio Lula da Silva. Ela revelou que tomou essa decisão unilateralmente como forma de protesto, e que para uma reaproximação, Milei precisaria se desculpar com o Brasil.
Sobre a renovação do acordo com o Rio, a médium criticou a falta de preparação da administração em lidar com as ventanias. Ela enfatizou que, após solicitar o afastamento de um vendaval, deveria ter sido apresentado um novo relatório sobre a situação.
Adelaide também rejeitou a ideia de que a fundação faça previsões meteorológicas, afirmando que essa função cabe à ciência. No entanto, ela alertou que o clima na Terra já mudou e se mostrou mais grave do que no passado.
Fonte: VEJA
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