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Dragonas IDV: a equipe equatoriana que desafia o Corinthians na Libertadores Feminina
Dragonas IDV: a equipe equatoriana que desafia o Corinthians na Libertadores Feminina
Por Redação
24/10/2026 às 17:00

Foto: VEJA
O Independiente del Valle, conhecido como Dragonas, se prepara para o duelo contra o Corinthians nas quartas de final da Libertadores Feminina, agendado para hoje, às 21h, no Banco Guayaquil. A equipe equatoriana é reconhecida por seus jovens talentos e diversas opções ofensivas, mas apresenta também vulnerabilidades na defesa, que podem ser exploradas pelo adversário.
A analista de desempenho Lara Fontenele, com experiência na Seleção Brasileira e na Ferroviária, ressalta a qualidade técnica das jogadoras do meio-campo, enquanto aponta fragilidades no posicionamento defensivo. Segundo ela, "defensivamente ainda é muito frágil", destacando a dificuldade da equipe em proteger as laterais e coordenar a linha defensiva. Em jogos anteriores, como contra o Palmeiras, o Dragonas teve problemas com bolas nas costas da defesa, exigindo intervenções da goleira Alice.
Entre os destaques da equipe estão jovens jogadoras, algumas ainda na seleção sub-20 do Equador. A volante Evelyn Burgos, de 19 anos, demonstra versatilidade, podendo atuar em diferentes posições. A capitã Charcopa, lateral-direita, também já foi escalada mais adiantada. Fiorella Pico, outra promessa da equipe, se destaca pela habilidade técnica e versatilidade no meio-campo, podendo jogar como volante ou armadora.
A goleira brasileira Alice Tosta, de 25 anos e natural de Maceió, é uma importante figura no Dragonas. Com passagens por clubes brasileiros como Iranduba e Red Bull Bragantino, ela se destacou no futebol equatoriano e será crucial na partida contra o Corinthians, especialmente considerando as limitações defensivas da equipe.
Lara Fontenele observa que a transição ofensiva pode ser uma das principais estratégias do Dragonas para ameaçar o Corinthians. Ao utilizar passes curtos para atrair a pressão adversária e acelerar com lançamentos, a equipe pode explorar a velocidade das jogadoras como Mussia e Mary Guerra.
O confronto será um teste significativo para o Dragonas, que busca equilibrar a ofensividade com a proteção defensiva. Apesar das limitações, há otimismo quanto ao potencial da equipe, que aposta em atletas jovens e uma proposta de jogo definida.
Fonte: VEJA
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