Banner Horizontal

Home

/

Notícias

/

Entretenimento

/

A Hipótese do Amor e a nova era das mocinhas cientistas nas comédias românticas

A Hipótese do Amor e a nova era das mocinhas cientistas nas comédias românticas

Por Redação

26/09/2026 às 08:00

Atualizado em 26/09/2026 às 08:47

A Hipótese do Amor e a nova era das mocinhas cientistas nas comédias românticas

Foto: VEJA

O lançamento do filme marca a ascensão de um novo modelo de heroína no gênero.

A história de A Hipótese do Amor (The Love Hypothesis, Estados Unidos, 2026), disponível no Prime Video, traz uma abordagem inovadora para as comédias românticas. A protagonista, Olive Smith, interpretada por Lili Reinhart, é uma doutoranda em biologia, que não se limita a questões amorosas, mas enfrenta desafios como a busca por financiamento para suas pesquisas e a luta contra o machismo nas ciências.

Baseado no livro da neurocientista Ali Hazelwood, essa obra se insere no fenômeno da ficção Steminist, que combina o feminismo com áreas acadêmicas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Nas narrativas, a protagonista se vê mais preocupada em publicar artigos e ser reconhecida profissionalmente do que simplesmente encontrar um parceiro.

O livro, lançado em 2021, se tornou um sucesso entre os jovens, especialmente nas redes sociais, com mais de 1 milhão de cópias vendidas no Brasil. Hazelwood continua a criar personagens femininas notáveis, como na obra Amor, Teoricamente, em que a heroína é uma física teórica, e A Razão do Amor, que apresenta uma neurocientista.

Historicamente, a presença de mulheres cientistas na tela foi escassa, geralmente reduzidas a personagens secundárias ou caricatas. Uma mudança significativa ocorreu na década de 1990 com Dana Scully, interpretada por Gillian Anderson na série Arquivo X (1993-2002), que se tornou um ícone e inspirou muitas mulheres a seguir carreiras científicas. Dados do Instituto Geena Davis mostram que 63% das espectadoras se sentiram incentivadas a entrar na área científica após assistirem à série.

Recentemente, a minissérie Uma Questão de Química, da Apple TV, protagonizada por Brie Larson, também explorou essa fusão de romance e ciência, retratando a luta de uma mulher pelos seus direitos em um ambiente acadêmico hostil na década de 1950.

Retornando a A Hipótese do Amor, Olive se envolve com Adam Carlsen (Tom Bateman), um professor que precisa de uma imagem estável para garantir sua bolsa de pesquisa. O casal finge um relacionamento, resultando em situações cômicas e ilógicas, típicas das comédias românticas. A história aborda a admiração intelectual como base para o afeto, mostrando que a mulher contemporânea não precisa escolher entre carreira e amor.

Fonte: VEJA

Banner Horizontal
logo

Site dedicado a informar com agilidade e responsabilidade, trazendo os principais acontecimentos locais, regionais e nacionais.

Siga

Hora1 © Copyright 2025

Design by NVGO

Nós utilizamos cookies para aprimorar e personalizar a sua experiência em nosso site. Ao continuar navegando, você concorda em contribuir para os dados estatísticos de melhoria. Conheça nossa Política de Privacidade e consulte nossa Política de Cookies.