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Vitória cobra dívida de 2,5 milhões de dólares do Grêmio

Vitória cobra dívida de 2,5 milhões de dólares do Grêmio

Por Redação

10/09/2026 às 16:08

Vitória cobra dívida de 2,5 milhões de dólares do Grêmio

Foto: A Tarde

O Esporte Clube Vitória ainda não recebeu o pagamento referente à venda de Wagner Leonardo, acumulando uma dívida que ultrapassa 2,5 milhões de dólares. O presidente do clube baiano, Fábio Mota, expressou sua insatisfação com a situação.

O Esporte Clube Vitória continua a exigir o pagamento de uma dívida de 2,5 milhões de dólares do Grêmio, referente à venda de Wagner Leonardo. O presidente do Vitória, Fábio Mota, revelou que a falta de pagamento está causando sérios prejuízos financeiros ao clube.

Mota explicou que o Vitória planejou sua temporada contando com esses recursos, que são essenciais para quitar dívidas com empresários e outros clubes. "Contamos com esse dinheiro para pagar uma parcela de Erick ao São Paulo e Baralhas ao Atlético-GO", afirmou Mota, que fez essas declarações após o jogo entre os dois clubes, realizado no Barradão.

A situação se agravou ao ponto de o Vitória ter que suspender pagamentos a empresários e renegociar dívidas por conta do que Mota descreveu como um rombo de 15 milhões de reais no orçamento do clube. "Um furo de R$ 15 milhões no orçamento é muito grande", acrescentou.

Embora o Grêmio reconheça parte da dívida, alega que o montante devido é de 1 milhão de dólares, o que Mota contestou, explicando que, segundo o contrato, a inadimplência após 60 dias faz com que toda a dívida vença de uma só vez.

Na tentativa de discutir a situação, Mota esperava encontrar a diretoria gremista durante o jogo, mas foi informado de que questões médicas impediram sua presença. "Isso me irritou mais ainda. Eu esperava que eles viessem aqui para discutir um novo plano de parcelamento", lamentou o presidente do Vitória.

Por outro lado, o Grêmio negou a informação de que sua cúpula não compareceu ao jogo, afirmando que o departamento de futebol estava presente. Mota, no entanto, afirmou que o membro da delegação que esteve no Barradão não tinha a autonomia necessária para discutir as questões financeiras.

Fonte: A Tarde

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