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Nova geração de atores mirins projeta o cinema do futuro

Nova geração de atores mirins projeta o cinema do futuro

Por Redação

12/10/2026 às 07:06

Atualizado em 12/10/2026 às 08:08

Nova geração de atores mirins projeta o cinema do futuro

Foto: A Tarde

Em meio às celebrações do Dia das Crianças, três jovens talentos do audiovisual falam sobre seus sonhos e a importância da representatividade no cinema brasileiro.

No dia 12 de outubro, enquanto o Brasil comemora o Dia das Crianças, três jovens atores mirins refletem sobre suas aspirações e o papel que podem desempenhar no futuro do cinema. Yuri Gomes, de 12 anos, Peu Sena, de 11, e Flor de Maria Cruz Rodrigues, de 9, vêm de diferentes experiências no teatro, televisão e cinema e têm visões distintas, mas complementares, sobre o que desejam ver nas telas.

Em entrevistas ao Cineinsite A TARDE, os três compartilharam suas ideias sobre os personagens que gostariam de interpretar e as narrativas que sentem falta, além de discutir como as novas tecnologias impactam o audiovisual. Eles também enfatizaram a importância da representatividade, especialmente de crianças negras, em um setor historicamente marcado pela desigualdade.

Yuri, que participou do filme Feito Pipa, o qual foi escolhido para representar o Brasil no Oscar 2027, fala sobre sua paixão pelo cinema e a expectativa de ter uma carreira de sucesso. Ele descreve seu papel como Gugu, um menino que enfrenta desafios familiares no sertão cearense, e expressa sua ambição de continuar atuando em novelas e séries.

Flor, por sua vez, sonha com um futuro onde possa se ver refletida em personagens de destaque, especialmente em princesas negras nos filmes da Disney. Com uma carreira que começou aos 5 anos, ela também utiliza as redes sociais para promover a literatura preta e discutir a representatividade nas artes.

Peu, que já atuou em diversas produções, destaca a importância das inovações tecnológicas para o cinema, mas critica a tendência de depender excessivamente da inteligência artificial, defendendo que as histórias devem sempre manter um toque humano. Ele espera ver mais diversidade cultural nas produções, refletindo as diversas realidades do Brasil.

Os três jovens atores já estão moldando a narrativa do cinema, sonhando com um futuro onde suas vozes e experiências serão visíveis nas telas. Eles acreditam que crianças podem ter um papel ativo na transformação do audiovisual, inspirando outras gerações a sonhar e lutar por seus objetivos.

Fonte: A Tarde

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