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Gabi Guimarães critica veto a Tifanny em torneios de vôlei

Gabi Guimarães critica veto a Tifanny em torneios de vôlei

Por Redação

17/08/2026 às 12:57

Gabi Guimarães critica veto a Tifanny em torneios de vôlei

Foto: A Tarde

A nova regra da Confederação Brasileira de Vôlei impede mulheres trans de competirem, afetando diretamente a jogadora Tifanny Abreu, que recebeu apoio de atletas renomadas, como Gabi Guimarães e Sheilla Castro.

A nova política de elegibilidade da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) resultou na proibição da participação de mulheres trans em competições femininas, como a Superliga. Essa decisão pode afetar diretamente Tifanny Abreu, a única atleta trans no vôlei de clubes do Brasil, que pode ser impedida de jogar em torneios nacionais.

Gabi Guimarães, capitã da Seleção Brasileira, expressou seu descontentamento nas redes sociais, criticando a forma como a situação de Tifanny foi tratada. A atleta revelou sentir "revolta" com a mudança repentina de regras e questionou a falta de explicações e considerações sobre a trajetória da jogadora. "A mudança foi planejada ou pensada por quem? Em algum momento alguém pensou na pessoa da Tifanny, em como isso impactaria a vida dela?", indagou Gabi, enfatizando a necessidade de inclusão.

A bicampeã olímpica Sheilla Castro também se manifestou em apoio a Tifanny, ressaltando a importância de lembrar que há uma pessoa por trás da discussão sobre regras. Segundo ela, é necessário olhar para o impacto que essa decisão tem na vida da atleta.

Outras jogadoras, como Fabi Alvim e Valquíria, também se posicionaram a favor de Tifanny. A ex-jogadora Tandara Caixeta, por outro lado, celebrou a decisão da CBV, embora tenha participado da contratação de Tifanny pelo Osasco na temporada anterior.

O clube Osasco está avaliando a nova normativa da CBV em conjunto com seu departamento jurídico e reafirmou o apoio à jogadora. Tifanny, por sua vez, garantiu que não ficará em silêncio e lutará por seus direitos e pela inclusão no esporte.

A nova política da CBV, que se alinha às diretrizes do Comitê Olímpico Internacional, exige que atletas apresentem um teste genético negativo para o gene SRY. A medida afetará competições como a Superliga A e B de 2026/27 e outras competições futuras.

Fonte: A Tarde

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